Confira Dr. Raphael Vicente na IstoÉ Dinheiro - 2022: O tira-teima do discurso racial no Brasil -
- 11 de jan. de 2022
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Nos últimos anos, a compreensão e o avanço da pauta de combate ao racismo avançou no Brasil. Primeiro no poder público. Depois, espraiou-se pela esfera privada, principalmente nas grandes empresas.
Em um movimento sem precedentes, o poder público não só liderou como avançou, implementou e mantem-se muito à frente das empresas quanto a questão racial. Basta lembrar que a constitucionalidade das cotas raciais (ações afirmativas) foi decidida pelo Supremo Tribunal Federal em 2012. A Lei nº 12.711 que estabelece as cotas raciais nas universidades federais, também é de 2012.
A USP, Universidade de São Paulo, última das grandes universidades a adotar o sistema de cotas, o fez em 2016. O primeiro programa de cotas no ensino superior foi implantando na UNB – Universidade Federal da Bahia, em 2004.
Justamente em 2016, ganha força nas empresas as discussões quanto a temática racial, fruto de uma convergência e de uma pressão nacional e internacional, inclusive decorrentes do ESG, que no mundo já é uma construção antiga, mas que ganhou ampla visibilidade no Brasil no decorrer de 2020 e principalmente em 2021.
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